Amed – Ubud

26 de Setembro – deixámos Amed e arrancámos na nossa super moto em direcção ao monte Batur. Pelo caminho não me canso de ver as encostas com os campos de arroz e os cenários mais pitorescos.

É muito comum ver o transporte das galinhas assim.

Esta rota tem alguns templos que valem a visita. O primeiro foi Taman Tirta Gangga. É um templo pequeno com um jardim bem arranjado, cheio de flores, estátuas, fontes e lagos com enormes peixes. É conhecido por ser o templo da água.

Tirta Gangga

Era um pequeno templo mas todo arranjadinho

As estátuas fazem parte do cenário de qualquer templo

O próximo templo a ser visto foi o majestoso Pura Besakhi que está para Bali como Fátima está para nós.  É considerado o templo mãe de todos os templos em Bali. O complexo é enorme com muitos pequenos templos. Aqui tivemos que contratar um guia, não é que seja necessário mas eles são chatos, atrás de nós, a dizer que não podemos entrar sem guia e também por 1€ e pouco até dá jeito para as dúvidas que vamos tendo ao longo da visita.

Para entrar nos templos somos obrigados a tapar as pernas. Ou usar estes “Sarongs” tipo pareo

Besakhi

Os templos Hindus têm sempre estas formas com telhados feitos de folhas secas de palmeiras

Após várias paragens chegámos à zona de Kintamani, perto do Monte Batur, onde o que outrora foi uma cratera de um vulcão é agora um enorme lago com aldeias nas suas margens. Ainda colocamos a hipótese de subir o monte e assistir ao nascer do sol, é uma actividade comum. Mas também não queríamos despender ali, mais tempo nem dinheiro.

Cratera do monte Batur

Em Kintamani virámos em direcção a Ubud para ir  visitar o templo que não tínhamos conseguido ir no dia 23 de Setembro. O templo chama-se Gunung Kawi e foi para nós o templo mais bonito em Bali. É um templo com imagens esculpidas nas rochas, inserido numa imensa selva  e campos de arroz. Era um crime deixar este templo para traz!

Gunung

Passear por esta selva sem quase ninguém

Foi o nosso templo preferido em Bali

Ainda deu para refrescar a cara

Antes de entrarmos no templo e de pagar claro!

Nesse dia pernoitamos em Ubud (também sem reserva) numa homestay muito bonita, com um jardim super arranjadinho (os Balineses preocupam-se mais com o jardim do que propriamente com o interior das casas). Foi brutal ficar nesta homestay, tinha uma piscina altamente que se tornou, a modos que particular pois parecia que éramos os únicos hóspedes. Soube mesmo bem, assim algo mais privado. Mas o melhor foi quando a dona me disse que por 6€ podia receber uma massagem de uma hora no meu quarto. Há luxos que uma pessoa não consegue deixar de aproveitar :). Temos tido sorte com os sítios que encontramos sem reserva. Sinceramente acho que em Bali com tanta oferta é mesmo a melhor opção.

Momento Zen

A piscina e o nosso quarto

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